segunda-feira, 26 de junho de 2017

Pizzas saudáveis

Bom dia! E bom almoço...

Há uns tempos fui almoçar à pizzaria Madpizza, ali perto do Saldanha. O espaço é engraçado, meio industrial, meio moderno. 
O restaurante estava cheio, quando lá chegámos, mas acabámos por nos sentar ao balcão para não ter de esperar por mesa. De qualquer forma, esperámos um bocadinho pelas pizzas que, no final, souberam bem. Isso e a limonada. 
O especial desta pizzaria é o facto de ter massa integral, que não enche tanto no final de contas. Lembro-me de não ter ficado muito impressionada com o sítio ou com a comida ou com alguma coisa em particular. 
As pizzas eram saborosas e frescas. A regressar para melhor recordar!


quinta-feira, 1 de junho de 2017

Eduardo das Conquilhas

No Dia da Mãe, as famílias saem à rua e os almoços duram a tarde toda. Foi um domingo bonito, cheio de sol e de comida gostosa. A escolha foi o Eduardo das Conquilhas, na Parede. A marisqueira tem vários anos, mas nunca tinha por lá passado. O que eu tenho andado a perder?! É incrível! 
Apesar do dia e da casa cheia, estes espaços têm sempre um ambiente de férias de verão com minis e petiscos. 
Houve cerveja(s), sim, e para petiscar serviram-se ameijoas, lingueirão e uma sapateira extremamente fresca. 
Não há muito mais a dizer. Atendimento clássico das marisqueiras portuguesas, empregados com muitos anos de casa e comida impecavelmente saborosa, ficando a promessa de lá regressar.


sexta-feira, 26 de maio de 2017

Pé Nu

Ora então vamos lá abrir as hostes, tendo em conta que o sol anda a espreitar e os petiscos à beira-mar começam a ganhar raízes. Infelizmente, esta refeição não teve o melhor desfeito.
Por onde começar??? Vamos às coisinhas boas, sim?
Pé Nu é um restaurante literalmente em cima da praia com o mar a dois passos. E é isto! As coisas boas acabaram. 
Vamos ao almoço catastrófico! 
Tinha dispensado as entradas típicas do pão com manteiga e acessórios e pedi um par de ostras. Passaram 15 minutos e o empregado vem dizer que afinal já não tinha ostras, mas que o prato principal não ia demorar. Certo... isso e os 40 minutos que se seguiram em agonia pela tão falada Zarzuela. 
Nisto, convém beber qualquer coisa, mas os copos convém estarem limpos. E convém também o vinho e a água chegarem à mesa, o que só aconteceu três vezes depois de pedir o mesmo a diferentes empregados. Que arrelia!
A Zarzuela chegou e o tão afamado prato revelou-se uma decepção no paladar. Amêijoa com areia, 4 camarões e um peixe que se afundava em azeite... Visualmente, o prato é fabuloso, mas o pior acho que ainda estaria para vir. 
No ato do pagamento, o gerente ou alguém com ar de quem manda, revelou-se extremamente mal educado por ser honesta e dizer-lhe que tudo correu mal, desde o atendimento à refeição. O senhor não viu este comentário com bons modos e, apesar de te retirado o prato da conta, fê-lo contrariado e a refilar até sair do restaurante.
Conclusões a tirar? Não regressar, isso é certo! 

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Sushisan... Saldanha!

Sushisan... muito ouvi falar deste merchandising de sushi. E também ouvi falar menos bem do Sushisan do Saldanha. Parece-me verdade! Mas vamos por pontos...
Reconheço que comer em Lisboa, em qualquer lado, à hora de almoço é um pânico. Os pratos têm de ser rápidos e não há tempo para fazer "sala". Isso eu percebo, mas não consigo encaixar isso no conceito de restaurante de sushi. Eu tenho limite horário para o almoço, mas gosto de me sentir confortável quando estou a comer. Não foi nada disso que aconteceu. 
Mal acabei de pedir os pratos, eles estavam imediatamente na mesa... nada contra a rapidez do serviço, porém, dá muito a ideia de sushi fast food, como se tivéssemos no McDonald´s a comer peixe cru. 
Por falar nisso, a comida pareceu-me fresca, nada a apontar. A sopa miso estava boazita, nada de extravagante. E o ambiente? Bom, muita gente a entrar e a sair como porcos a ir para o espeto, pouca luz e, nesse dia, estava um sol lindo. 
E é isto! Não me apraz dizer mais nada. 

terça-feira, 18 de abril de 2017

Uma despedida de solteira...

Num destes fins-de-semana, em vésperas do casamento, a minha amiga Joana teve a sua despedida de solteira. Ao fim de um dia divertido, as madrinhas, que organizaram o dia, proporcionaram à noiva e às amigas um jantar diferente.  
Juntámo-nos todas à mesa e metemos mãos na massa para uma aula de cozinha. Na ementa constava, para entrada, ceviche, como prato principal, magret de pato com batata confitada e, para fechar com estrela michelin, uma pavlova de frutos silvestres.
Por onde começar... hum... O chef que nos orientou respondeu prontamente a todas as nossas questões e foi-nos acompanhando no processo de realização de todos os pratos. As meninas foram-se dividindo, mas todas experimentaram fazer uma (a sua) pavlova, trabalhar o naco de pato e confecionar o ceviche. 
O empratamento ficou a cargo das ajudantes do chef, enquanto no piso de cima nos divertíamos com jogos e música. 
No fim, o resultado do jantar foi maravilhoso. E, no geral, a despedida de solteira foi um sucesso. 

quarta-feira, 12 de abril de 2017

KomeKala é uma pizzaria!

Não é um restaurante novo para mim, mas raramente lá vou, não sei muito bem porquê. Talvez pela localização ou pela falta de hábito. Sim, talvez seja isso, a falta de hábito.
Ora então... KomeKala é uma pizzaria fantástica no Monte Abrãao. O sítio é bastante tranquilo, apesar do que se possa pensar sobre a zona; o espaço é tipicamente italiano, cores e decoração, mas o que mais se destaca é o cheiro da massa das pizzas pelo ar. Aquele cheiro a farinha, sabem? É simplesmente de fazer crescer água na boca! Isso e o pão de alho. Não sou fã de alho, mas aquele sabor a alho num pão crocante e coberto com queijo derretido é revigorante. 
Na ementa, há um vasto número de pizzas, todas elas extremamente apetitosas, pelo que observei nas mesas ao lado da minha. São, claramente, o prato de excelência daquela casa, mas também há lasanha ou derivados, mas confesso que não dei muita importância a essa parte da carta. 
Havia bolo de bolacha, mousse de chocolate, quindim, baba de camelo e bolo brigadeiro para a sobremesa. A coisa ficou-se pelo bolo de bolacha. 
Foi uma refeição surpresa e apetitosa que matou as minhas saudades de comida italiana, de que tanto gosto. 

sexta-feira, 7 de abril de 2017

A pastelaria Garret


Com 30 anos de vida fico feliz por haver pastelarias que me conseguem espantar o paladar. Fui à Garret, no Estoril. 
Conhecida pelo Bolo Rainha delicioso, é uma casa com uns eclair´s frescos e, mais uma vez, deliciosos. É impossível não usar a mesma palavra para caracterizar a pastelaria daquele sítio. 
A montra é uma perdição para a visão e para as papilas gustativas e para a nossa vontade de querer provar um pedacinho de cada um dos bolos, biscoitos e, novamente, delícias, que correm pelas vitrenes em forma de u. 
Tinham-me vendido os eclairs e acabei por provar o eclair de café. Para a mesa veio também um eclair de baunilha e um mini-cheecake de frutos vermelhos. 
Por onde começar... hummm... primeiro, não sou admiradora de eclairs, que fique registado. Penso que já aqui tive oportunidade de referir os eclair´s da conhecida pastelaria do Saldanha, L'eclair, mas esqueçam lá isso. A Garret conseguiu juntar uma massa fresca com um recheio de doidos. Acompanhei com chá verde e uma boa conversa com vista para o mar.