quinta-feira, 20 de abril de 2017

Sushisan... Saldanha!

Sushisan... muito ouvi falar deste merchandising de sushi. E também ouvi falar menos bem do Sushisan do Saldanha. Parece-me verdade! Mas vamos por pontos...
Reconheço que comer em Lisboa, em qualquer lado, à hora de almoço é um pânico. Os pratos têm de ser rápidos e não há tempo para fazer "sala". Isso eu percebo, mas não consigo encaixar isso no conceito de restaurante de sushi. Eu tenho limite horário para o almoço, mas gosto de me sentir confortável quando estou a comer. Não foi nada disso que aconteceu. 
Mal acabei de pedir os pratos, eles estavam imediatamente na mesa... nada contra a rapidez do serviço, porém, dá muito a ideia de sushi fast food, como se tivéssemos no McDonald´s a comer peixe cru. 
Por falar nisso, a comida pareceu-me fresca, nada a apontar. A sopa miso estava boazita, nada de extravagante. E o ambiente? Bom, muita gente a entrar e a sair como porcos a ir para o espeto, pouca luz e, nesse dia, estava um sol lindo. 
E é isto! Não me apraz dizer mais nada. 

terça-feira, 18 de abril de 2017

Uma despedida de solteira...

Num destes fins-de-semana, em vésperas do casamento, a minha amiga Joana teve a sua despedida de solteira. Ao fim de um dia divertido, as madrinhas, que organizaram o dia, proporcionaram à noiva e às amigas um jantar diferente.  
Juntámo-nos todas à mesa e metemos mãos na massa para uma aula de cozinha. Na ementa constava, para entrada, ceviche, como prato principal, magret de pato com batata confitada e, para fechar com estrela michelin, uma pavlova de frutos silvestres.
Por onde começar... hum... O chef que nos orientou respondeu prontamente a todas as nossas questões e foi-nos acompanhando no processo de realização de todos os pratos. As meninas foram-se dividindo, mas todas experimentaram fazer uma (a sua) pavlova, trabalhar o naco de pato e confecionar o ceviche. 
O empratamento ficou a cargo das ajudantes do chef, enquanto no piso de cima nos divertíamos com jogos e música. 
No fim, o resultado do jantar foi maravilhoso. E, no geral, a despedida de solteira foi um sucesso. 

quarta-feira, 12 de abril de 2017

KomeKala é uma pizzaria!

Não é um restaurante novo para mim, mas raramente lá vou, não sei muito bem porquê. Talvez pela localização ou pela falta de hábito. Sim, talvez seja isso, a falta de hábito.
Ora então... KomeKala é uma pizzaria fantástica no Monte Abrãao. O sítio é bastante tranquilo, apesar do que se possa pensar sobre a zona; o espaço é tipicamente italiano, cores e decoração, mas o que mais se destaca é o cheiro da massa das pizzas pelo ar. Aquele cheiro a farinha, sabem? É simplesmente de fazer crescer água na boca! Isso e o pão de alho. Não sou fã de alho, mas aquele sabor a alho num pão crocante e coberto com queijo derretido é revigorante. 
Na ementa, há um vasto número de pizzas, todas elas extremamente apetitosas, pelo que observei nas mesas ao lado da minha. São, claramente, o prato de excelência daquela casa, mas também há lasanha ou derivados, mas confesso que não dei muita importância a essa parte da carta. 
Havia bolo de bolacha, mousse de chocolate, quindim, baba de camelo e bolo brigadeiro para a sobremesa. A coisa ficou-se pelo bolo de bolacha. 
Foi uma refeição surpresa e apetitosa que matou as minhas saudades de comida italiana, de que tanto gosto. 

sexta-feira, 7 de abril de 2017

A pastelaria Garret


Com 30 anos de vida fico feliz por haver pastelarias que me conseguem espantar o paladar. Fui à Garret, no Estoril. 
Conhecida pelo Bolo Rainha delicioso, é uma casa com uns eclair´s frescos e, mais uma vez, deliciosos. É impossível não usar a mesma palavra para caracterizar a pastelaria daquele sítio. 
A montra é uma perdição para a visão e para as papilas gustativas e para a nossa vontade de querer provar um pedacinho de cada um dos bolos, biscoitos e, novamente, delícias, que correm pelas vitrenes em forma de u. 
Tinham-me vendido os eclairs e acabei por provar o eclair de café. Para a mesa veio também um eclair de baunilha e um mini-cheecake de frutos vermelhos. 
Por onde começar... hummm... primeiro, não sou admiradora de eclairs, que fique registado. Penso que já aqui tive oportunidade de referir os eclair´s da conhecida pastelaria do Saldanha, L'eclair, mas esqueçam lá isso. A Garret conseguiu juntar uma massa fresca com um recheio de doidos. Acompanhei com chá verde e uma boa conversa com vista para o mar.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Pão nórdico do Ti

Os felizardos que me seguem no Instagram tiveram o prazer de ver em primeira mão o resultado de um pão nórdico, feito por um amigo. (Pois, não fui eu!)
Não sei muito bem de onde é que ele tirou a ideia, mas desde há uns tempos que falava em pão nórdico. E eu sem saber o que na realidade se tratava.
Num dia, ao jantar, ele meteu mãos na massa e finalmente elucidou-me quanto aos ingredientes para a confeção do dito pão. 
Fiz uma pesquisa rápida pela internet a tentar perceber de onde vem esta coisa do "pão nórdico" e há muito pouca coisa sobre o pão em si, mas algumas coisinhas sobre a cozinha nórdica e um restaurante famosamente Michelin, em Copenhaga, o Norma. Pelo que percebi, foi na necessidade de criar uma dieta nórdica que fizesse face à dieta mediterrânica, que nasceu esta cozinha ou que, pelo menos, reavivasse a gastronomia nórdica. E, o restaurante, foi um impulsionador desse objetivo. 
Posto isto, a receita em si não tem muita ciência. Quando eu cheguei ao pé do meu amigo, já havia uma mistura de cereais com um cheirinho a canela e algo doce (tâmaras) dentro de uma taça gigante. Tentei adivinhar os ingredientes, mas não acertei em todos. Sei que havia sementes de sésamo, ovos, azeite, tâmaras... na verdade, havia um inúmero infindável de sementes. No global, parecia alpiste, a comida para os passarinhos. 
Comida de passarinhos ou não, depois de uma hora no forno, soube-me deliciosamente bem as duas fatias do pão que comi. Juntei-lhe chá de cidreira mel e foi remédio santo para uma noite tranquila. 
Fica rijo por fora, mas a massa por dentro solta-se a cada trinca. Acho que lhe vou pedir um pão nórdico para o fim-de-semana. 

terça-feira, 4 de abril de 2017

Tappas Bar

É um restaurante que passa despercebido, perto do Saldanha, mas serve bem o seu propósito. 
Pedi uma picanha do Uruguai (dizem eles) que, infelizmente, nada do prato tinha sal. E para eu dizer isto é porque não sabia mesmo a nada, nem a carne ou os verdes... Raramente tempero a comida, mas aquilo estava para lá de não ter sabor. Mas a comida estava gostosa (depois do sal que lhe botei). Não provei, mas o coelho à caçador cheirava bem (pelo menos). Pelos comentários, o pão estava rijo e a carne não estava assim tão divinal como seria de esperar.
A sobremesa... uns "bons morangos", como o empregado decidiu apregoar. Foram bem vendidos e merecedores do título. Aqui, não foi necessário pôr açúcar, algo que, de resto, também não costumo pôr. 
O espaço talvez seja mais convidativo a um final de tarde para umas cervejas e tapas. Há um quadro na parede com os diferentes petiscos a apresentar: ovos com farinheira, ameijoas, morcela... os petiscos típicos. 
Penso que as opções do almoço servem para chamar o pessoal que habitualmente trabalha por perto. Quanto aos preços, um pouco acima da média do que se costuma praticar ao redor. Por hoje é isto!

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Sushi no Estoril

A ideia de comer sushi é sempre algo recorrente na minha mente e na de algumas pessoas que conheço. Comer sushi equivale aos desejos de comer chocolate, portanto, nada melhor para acabar o fim-de-semana do que ir provar sushi num sítio novo. 
O domingo estava ótimo. cheio de sol, tempo que começar a chamar pelos passeios à beira-mar e pelos petiscos com os amigos ao final do dia. No entanto, qualquer altura é boa para juntar amigos e família num só local, o que foi o caso!
O nome do espaço é bastante convidativo e difícil de decorar: Água da cascata vai correndo na ribeira e acaba no mar. É isto tudo e sushi e comida vegetariana que, penso eu, ser o que leva grande parte das pessoas a visitar-lo. 
Acabámos por ficar pelo sushi e, entre umas chamuças vegetarinas e os pratos quentes e frios formámos o almoço. 
Devo confessar que não fiquei muito fã dos hot-rolls. Não sei bem o que foi, se muito frito, muito óleo, o arroz... havia qualquer coisa que me deixou ligeiramente mal disposta. De resto, os restantes pratos frios, desde o salmão braseado, ou o camarão panado com cominhos eram de bastante qualidade, naquela onda a que já nos habituámos do sushi fusão.   
Agora, o que dizer do espaço... antigo, velho, a cheirar a mofo, com uma diversidade gigante de acessórios e adereços espalhados pelas prateleiras e paredes, chão pintado, paredes com pinturas inacabadas, havia camas, havia bicicletas... parecia haver de tudo naquele restaurante como se de um armazém se tratasse. 
Não sou de me importar com a limpeza dos sítios, mas de facto, aquele conjunto não é o mais agradável. 
O estilo vintage é dos meus preferidos, mas aquilo estava um bocado abandalhado.
Os empregados eram simpáticos e atenciosos. Refiro, novamente, que a especialidade deve-se prender pela comida vegetariana, porque espreitei para outras mesas e havia pratos com muito bom aspeto.
Como sushi, está visto! Talvez uma próxima para provar o restante.