quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Maria Azeitona

Andava ha uns largos meses, senão mesmo anos para experimentar o restaurante Maria Azeitona, na Amadora. E sinceramente fiquei desiludida... com os empregados e com a comida.
Fui ser reserva e arranjei mesa, mas o sítio depressa encheu e os empregados começaram a sentir a pressão de ter de servir tantas pessoas ao mesmo tempo. É lamentável que assim seja, como também a falsa simpatia de quem me atendeu. Esperava algo mais, confesso!
Os pratos: caril e bitoque.
No máximo regresso para provar os petiscos, de que tanto a casa é falada, mas penso que não será para já.

domingo, 8 de outubro de 2017

Festival da Sapateira


Há uns tempos, algures por Agosto, visitei o Festival da Sapateira na Ericeira. De facto, a coisa estava bem organizada com dois horário para comer. Ou se entrava no primeiro turno ou se entrava no segundo, de modo a cada pessoa ter 2 horas para comer quantas sapateiras quisesse. E assim foi... cheguei meia hora já dentro do primeiro turno e tive de esperar pelo próximo, como nos comboios.
No mercado da Ericeira há outros restaurantes, mas o espaço (pequeno) estava dedicado à sapateira.
O atendimento foi impecável, pessoas divertidas e fora daquilo a que estamos habitados pela capital. Só por isso vale a pena.
Não foi coincidência a data desta festival ser na altura das Festas da Nossa Senhora da Nazaré com concertos variados. Naquele dia foi o Miguel Gameiro.
A regressar... para o ano.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Hamburgueria do Campo

Bom, o trocadilho do nome do restaurante, Hamburgueria do Campo, faz algum sentido na medida em que este se encontra dentro de um campo de futebol. Pois é!
Em São Pedro de Sintra, perto da rotunda do Ramalhão - bomba da BP - há um novo e moderno espaço. Talvez quem tenha visitado Sintra (pela estação da Portela), nos últimos tempos, se tenha deparado com um cartaz gigante a fazer publicidade a esta hamburgueria. 
A meio da semana e com tudo o que é pessoas de férias, o espaço estava ainda assim com algumas mesas preenchidas e gente feliz.
De realçar, não só os hamburguers, que na verdade, não são mais do que aquilo que encontramos noutros locais do estilo, mas também a simpatia dos empregados. Atencioso e preocupado o senhor que nos fez os pedidos e a respetiva entrega dos pratos. 
Para além dos hamburgers, há bifes, há saladas, entradas e sobremesas. Para as alturas intermédias do dia, que eu adoro, há os petiscos como tostas, bifanas e pregos. Os sumos naturais são saborosos. Provei de maracujá, uma das minhas frutas preferidas. Há opções para vegetarianos e porque não começarem a pensar na malta que não ingere glúten?!
O hambúrguer "Sem Asas" estava gostoso, light, sem grandes molhos ou tentações. O hambúrguer "Gladiador" tinha muito bom aspeto, mas não o testei. 
De repetir, em tempos de lazer e quem sabe para ver a bola. 

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Um italiano à maneira...

Não é novidade o meu gosto por comida italiana e, por isso, numa destas noites decidi dar uma prenda ao meu paladar e jantar do restaurante Tutti Combinato
É um espaço muito característico, com um estilo convidativo como se estivéssemos na nossa própria casa. 
O menu? Bom, este não existe e isso é o mais giro desta casa, porque nunca sabemos o que vamos comer até o prato nos chegar à mesa. Damos algumas pistas daquilo que queremos comer (massas ou pizza; carne ou peixe; queijo ou muito queijo, com azeitonas, sem anchovas) e depois é conseguir aguentar até ao momento da degustação. 
Assim que isso acontece, os sabores fazem-nos viajar pelas imagens que temos das cidades italianas que vemos nos filmes, os cheiros são incríveis e a apresentação sempre muito cuidada e divertida.
Não frequento com regularidade o restaurante, talvez devido à distância, pois localiza-se na Ramada, Odivelas. E fica meio fora de mão! Se bem que assim que saio de lá prometo a mim mesma não me prender numa próxima vez que me apetecer um bom prato de massa. 
Posto isto, a sangria de lambrusco com frutos vermelhos acompanha estas tentações de garfo e faca...e a sobremesa... bom, a sobremesa é a cereja no topo do bolo. Desta vez, foi um belíssimo petit gateau com gelado de baunilha e pepitas crocantes de chocolate. 
Não pensem que, apesar de não haver carta não sei o que comi. Então: uma pizza com presunto e queijo, muito queijo e uma massa com carne e queijo gratinada. Mas vejamos, a maior surpresa foi a entrada: pão de ovos com farinheira. Espreitem e bom almoço :)

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Pizzas saudáveis

Bom dia! E bom almoço...

Há uns tempos fui almoçar à pizzaria Madpizza, ali perto do Saldanha. O espaço é engraçado, meio industrial, meio moderno. 
O restaurante estava cheio, quando lá chegámos, mas acabámos por nos sentar ao balcão para não ter de esperar por mesa. De qualquer forma, esperámos um bocadinho pelas pizzas que, no final, souberam bem. Isso e a limonada. 
O especial desta pizzaria é o facto de ter massa integral, que não enche tanto no final de contas. Lembro-me de não ter ficado muito impressionada com o sítio ou com a comida ou com alguma coisa em particular. 
As pizzas eram saborosas e frescas. A regressar para melhor recordar!


quinta-feira, 1 de junho de 2017

Eduardo das Conquilhas

No Dia da Mãe, as famílias saem à rua e os almoços duram a tarde toda. Foi um domingo bonito, cheio de sol e de comida gostosa. A escolha foi o Eduardo das Conquilhas, na Parede. A marisqueira tem vários anos, mas nunca tinha por lá passado. O que eu tenho andado a perder?! É incrível! 
Apesar do dia e da casa cheia, estes espaços têm sempre um ambiente de férias de verão com minis e petiscos. 
Houve cerveja(s), sim, e para petiscar serviram-se ameijoas, lingueirão e uma sapateira extremamente fresca. 
Não há muito mais a dizer. Atendimento clássico das marisqueiras portuguesas, empregados com muitos anos de casa e comida impecavelmente saborosa, ficando a promessa de lá regressar.


sexta-feira, 26 de maio de 2017

Pé Nu

Ora então vamos lá abrir as hostes, tendo em conta que o sol anda a espreitar e os petiscos à beira-mar começam a ganhar raízes. Infelizmente, esta refeição não teve o melhor desfeito.
Por onde começar??? Vamos às coisinhas boas, sim?
Pé Nu é um restaurante literalmente em cima da praia com o mar a dois passos. E é isto! As coisas boas acabaram. 
Vamos ao almoço catastrófico! 
Tinha dispensado as entradas típicas do pão com manteiga e acessórios e pedi um par de ostras. Passaram 15 minutos e o empregado vem dizer que afinal já não tinha ostras, mas que o prato principal não ia demorar. Certo... isso e os 40 minutos que se seguiram em agonia pela tão falada Zarzuela. 
Nisto, convém beber qualquer coisa, mas os copos convém estarem limpos. E convém também o vinho e a água chegarem à mesa, o que só aconteceu três vezes depois de pedir o mesmo a diferentes empregados. Que arrelia!
A Zarzuela chegou e o tão afamado prato revelou-se uma decepção no paladar. Amêijoa com areia, 4 camarões e um peixe que se afundava em azeite... Visualmente, o prato é fabuloso, mas o pior acho que ainda estaria para vir. 
No ato do pagamento, o gerente ou alguém com ar de quem manda, revelou-se extremamente mal educado por ser honesta e dizer-lhe que tudo correu mal, desde o atendimento à refeição. O senhor não viu este comentário com bons modos e, apesar de te retirado o prato da conta, fê-lo contrariado e a refilar até sair do restaurante.
Conclusões a tirar? Não regressar, isso é certo! 

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Sushisan... Saldanha!

Sushisan... muito ouvi falar deste merchandising de sushi. E também ouvi falar menos bem do Sushisan do Saldanha. Parece-me verdade! Mas vamos por pontos...
Reconheço que comer em Lisboa, em qualquer lado, à hora de almoço é um pânico. Os pratos têm de ser rápidos e não há tempo para fazer "sala". Isso eu percebo, mas não consigo encaixar isso no conceito de restaurante de sushi. Eu tenho limite horário para o almoço, mas gosto de me sentir confortável quando estou a comer. Não foi nada disso que aconteceu. 
Mal acabei de pedir os pratos, eles estavam imediatamente na mesa... nada contra a rapidez do serviço, porém, dá muito a ideia de sushi fast food, como se tivéssemos no McDonald´s a comer peixe cru. 
Por falar nisso, a comida pareceu-me fresca, nada a apontar. A sopa miso estava boazita, nada de extravagante. E o ambiente? Bom, muita gente a entrar e a sair como porcos a ir para o espeto, pouca luz e, nesse dia, estava um sol lindo. 
E é isto! Não me apraz dizer mais nada. 

terça-feira, 18 de abril de 2017

Uma despedida de solteira...

Num destes fins-de-semana, em vésperas do casamento, a minha amiga Joana teve a sua despedida de solteira. Ao fim de um dia divertido, as madrinhas, que organizaram o dia, proporcionaram à noiva e às amigas um jantar diferente.  
Juntámo-nos todas à mesa e metemos mãos na massa para uma aula de cozinha. Na ementa constava, para entrada, ceviche, como prato principal, magret de pato com batata confitada e, para fechar com estrela michelin, uma pavlova de frutos silvestres.
Por onde começar... hum... O chef que nos orientou respondeu prontamente a todas as nossas questões e foi-nos acompanhando no processo de realização de todos os pratos. As meninas foram-se dividindo, mas todas experimentaram fazer uma (a sua) pavlova, trabalhar o naco de pato e confecionar o ceviche. 
O empratamento ficou a cargo das ajudantes do chef, enquanto no piso de cima nos divertíamos com jogos e música. 
No fim, o resultado do jantar foi maravilhoso. E, no geral, a despedida de solteira foi um sucesso. 

quarta-feira, 12 de abril de 2017

KomeKala é uma pizzaria!

Não é um restaurante novo para mim, mas raramente lá vou, não sei muito bem porquê. Talvez pela localização ou pela falta de hábito. Sim, talvez seja isso, a falta de hábito.
Ora então... KomeKala é uma pizzaria fantástica no Monte Abrãao. O sítio é bastante tranquilo, apesar do que se possa pensar sobre a zona; o espaço é tipicamente italiano, cores e decoração, mas o que mais se destaca é o cheiro da massa das pizzas pelo ar. Aquele cheiro a farinha, sabem? É simplesmente de fazer crescer água na boca! Isso e o pão de alho. Não sou fã de alho, mas aquele sabor a alho num pão crocante e coberto com queijo derretido é revigorante. 
Na ementa, há um vasto número de pizzas, todas elas extremamente apetitosas, pelo que observei nas mesas ao lado da minha. São, claramente, o prato de excelência daquela casa, mas também há lasanha ou derivados, mas confesso que não dei muita importância a essa parte da carta. 
Havia bolo de bolacha, mousse de chocolate, quindim, baba de camelo e bolo brigadeiro para a sobremesa. A coisa ficou-se pelo bolo de bolacha. 
Foi uma refeição surpresa e apetitosa que matou as minhas saudades de comida italiana, de que tanto gosto. 

sexta-feira, 7 de abril de 2017

A pastelaria Garret


Com 30 anos de vida fico feliz por haver pastelarias que me conseguem espantar o paladar. Fui à Garret, no Estoril. 
Conhecida pelo Bolo Rainha delicioso, é uma casa com uns eclair´s frescos e, mais uma vez, deliciosos. É impossível não usar a mesma palavra para caracterizar a pastelaria daquele sítio. 
A montra é uma perdição para a visão e para as papilas gustativas e para a nossa vontade de querer provar um pedacinho de cada um dos bolos, biscoitos e, novamente, delícias, que correm pelas vitrenes em forma de u. 
Tinham-me vendido os eclairs e acabei por provar o eclair de café. Para a mesa veio também um eclair de baunilha e um mini-cheecake de frutos vermelhos. 
Por onde começar... hummm... primeiro, não sou admiradora de eclairs, que fique registado. Penso que já aqui tive oportunidade de referir os eclair´s da conhecida pastelaria do Saldanha, L'eclair, mas esqueçam lá isso. A Garret conseguiu juntar uma massa fresca com um recheio de doidos. Acompanhei com chá verde e uma boa conversa com vista para o mar.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Pão nórdico do Ti

Os felizardos que me seguem no Instagram tiveram o prazer de ver em primeira mão o resultado de um pão nórdico, feito por um amigo. (Pois, não fui eu!)
Não sei muito bem de onde é que ele tirou a ideia, mas desde há uns tempos que falava em pão nórdico. E eu sem saber o que na realidade se tratava.
Num dia, ao jantar, ele meteu mãos na massa e finalmente elucidou-me quanto aos ingredientes para a confeção do dito pão. 
Fiz uma pesquisa rápida pela internet a tentar perceber de onde vem esta coisa do "pão nórdico" e há muito pouca coisa sobre o pão em si, mas algumas coisinhas sobre a cozinha nórdica e um restaurante famosamente Michelin, em Copenhaga, o Norma. Pelo que percebi, foi na necessidade de criar uma dieta nórdica que fizesse face à dieta mediterrânica, que nasceu esta cozinha ou que, pelo menos, reavivasse a gastronomia nórdica. E, o restaurante, foi um impulsionador desse objetivo. 
Posto isto, a receita em si não tem muita ciência. Quando eu cheguei ao pé do meu amigo, já havia uma mistura de cereais com um cheirinho a canela e algo doce (tâmaras) dentro de uma taça gigante. Tentei adivinhar os ingredientes, mas não acertei em todos. Sei que havia sementes de sésamo, ovos, azeite, tâmaras... na verdade, havia um inúmero infindável de sementes. No global, parecia alpiste, a comida para os passarinhos. 
Comida de passarinhos ou não, depois de uma hora no forno, soube-me deliciosamente bem as duas fatias do pão que comi. Juntei-lhe chá de cidreira mel e foi remédio santo para uma noite tranquila. 
Fica rijo por fora, mas a massa por dentro solta-se a cada trinca. Acho que lhe vou pedir um pão nórdico para o fim-de-semana. 

terça-feira, 4 de abril de 2017

Tappas Bar

É um restaurante que passa despercebido, perto do Saldanha, mas serve bem o seu propósito. 
Pedi uma picanha do Uruguai (dizem eles) que, infelizmente, nada do prato tinha sal. E para eu dizer isto é porque não sabia mesmo a nada, nem a carne ou os verdes... Raramente tempero a comida, mas aquilo estava para lá de não ter sabor. Mas a comida estava gostosa (depois do sal que lhe botei). Não provei, mas o coelho à caçador cheirava bem (pelo menos). Pelos comentários, o pão estava rijo e a carne não estava assim tão divinal como seria de esperar.
A sobremesa... uns "bons morangos", como o empregado decidiu apregoar. Foram bem vendidos e merecedores do título. Aqui, não foi necessário pôr açúcar, algo que, de resto, também não costumo pôr. 
O espaço talvez seja mais convidativo a um final de tarde para umas cervejas e tapas. Há um quadro na parede com os diferentes petiscos a apresentar: ovos com farinheira, ameijoas, morcela... os petiscos típicos. 
Penso que as opções do almoço servem para chamar o pessoal que habitualmente trabalha por perto. Quanto aos preços, um pouco acima da média do que se costuma praticar ao redor. Por hoje é isto!

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Sushi no Estoril

A ideia de comer sushi é sempre algo recorrente na minha mente e na de algumas pessoas que conheço. Comer sushi equivale aos desejos de comer chocolate, portanto, nada melhor para acabar o fim-de-semana do que ir provar sushi num sítio novo. 
O domingo estava ótimo. cheio de sol, tempo que começar a chamar pelos passeios à beira-mar e pelos petiscos com os amigos ao final do dia. No entanto, qualquer altura é boa para juntar amigos e família num só local, o que foi o caso!
O nome do espaço é bastante convidativo e difícil de decorar: Água da cascata vai correndo na ribeira e acaba no mar. É isto tudo e sushi e comida vegetariana que, penso eu, ser o que leva grande parte das pessoas a visitar-lo. 
Acabámos por ficar pelo sushi e, entre umas chamuças vegetarinas e os pratos quentes e frios formámos o almoço. 
Devo confessar que não fiquei muito fã dos hot-rolls. Não sei bem o que foi, se muito frito, muito óleo, o arroz... havia qualquer coisa que me deixou ligeiramente mal disposta. De resto, os restantes pratos frios, desde o salmão braseado, ou o camarão panado com cominhos eram de bastante qualidade, naquela onda a que já nos habituámos do sushi fusão.   
Agora, o que dizer do espaço... antigo, velho, a cheirar a mofo, com uma diversidade gigante de acessórios e adereços espalhados pelas prateleiras e paredes, chão pintado, paredes com pinturas inacabadas, havia camas, havia bicicletas... parecia haver de tudo naquele restaurante como se de um armazém se tratasse. 
Não sou de me importar com a limpeza dos sítios, mas de facto, aquele conjunto não é o mais agradável. 
O estilo vintage é dos meus preferidos, mas aquilo estava um bocado abandalhado.
Os empregados eram simpáticos e atenciosos. Refiro, novamente, que a especialidade deve-se prender pela comida vegetariana, porque espreitei para outras mesas e havia pratos com muito bom aspeto.
Como sushi, está visto! Talvez uma próxima para provar o restante.

terça-feira, 28 de março de 2017

Tapioca é no Nosso Sítio

Uma pessoa não pode morrer parva, não é? Então, vamos lá experimentar tapioca da boa no restaurante Nosso Sítio. É restaurante, é bar, é um ótimo sítio para estar e desfrutar tanto de uma refeição como de um final de tarde. A zona é sobejamente conhecida, em Telheiras, na rua dos bares. E em vez de a malta se decidir pelas normais tostas mistas, porque não uma tapioca? O bom da tapioca é que é saudável e vejam só este pormenor: há tapiocas doces e salgadas. Não é formidável?
Não sou a melhor pessoa para vos falar de tapioca, mas só sei que a que provei estava divinal. 
A semana passada, a convite de uma amiga, fui lá almoçar. Pedi uma tapioca de pato. Estava deliciosa! 
O que dizer mais? Vou lá voltar para degustar os outros recheios e deliciar-me com a tapioca de nutella ou tapioca de pastel de nata. Eu sou gulosa, já sabem, mas afinal tapioca é saudável. 

quinta-feira, 16 de março de 2017

Sushi dos Sá Morais

O trocadilho do nome deste restaurante é bastante feliz, bem como o espaço, os empregados e a comida. E vamos lá ao que interessa... 
Dia de semana, em pleno centro de Lisboa, decidi ir forrar o estômago com sushi. Como sabem, nestas horas em que a saudade de comida japonesa aperta, decido-me pelo simples sushi@home, mas desta vez o desafio foi outro. 

O Sá Morais fica na rua Castilho, entre o Marquês de Pombal e o Rato.  
Apresentaram-me uma tábua com o menu de almoço e já nem procurei mais. Seguiu-se depois uma experiência bem agradável de sabores. Primeiro, chegou a sopa miso, da qual gostei muito, uma entrada crocante de carne com molho agridoce/picante e o prato de sushi e sashimi. 
Inicialmente pensei: "vou ficar com fome", mas aquelas 16 peças deixaram-me satisfeita até ao final do dia. O preço, tendo em conta a qualidade do peixe e do serviço prendeu-se nuns 15 euros, com apenas água a acompanhar. 
Tenho ideia de regressar, mas ao jantar com mais calma para puder desfrutar de outros pratos que ali possam servir. Vamos nessa! 

terça-feira, 14 de março de 2017

O Capitanga

Estive duas vezes no restaurante Retiro do Capitanga e é um lugar que deixa vontade de regressar sempre e sempre. É conhecido pelos churrascos e pelas boas doses que apresenta e pelas filas de espera. Mas, no final, vale muito a pena! 
É um lugar familiar e simples, sem grandes protocolos. Mesas corridas com bancos corridos e sirva-se uma boa refeição! 
Desta última vez, já quase perto das 15 horas, consegui arranjar lugar em 10 minutos. Mesmo àquela hora, o restaurante estava cheio, mas também era um sábado. E ainda vi algumas famílias chegar depois de me sentar. 
Os pratos servidos foram alheira e entrecosto, acompanhados com batata frita e salada. Mas o chamariz, desta vez, foi para a entrada: o queijo "grelhável". O grelhável é piada minha, mas o queijo vai mesmo à grelha e fica com um toque bem gostoso. 
Uma nota, o restaurante fica em Odrinhas e não tem (ou não tinha quando lá fui) multibanco. E a caixa mais perto fica a 3 km, na Terrugem. 

terça-feira, 7 de março de 2017

Estive pelo bolo do caco...

Aproveitei o intervalo entre o primeiro e o segundo semestres para dar um pulo à Madeira. Uma ilha que andava há anos para conhecer e finalmente fez-se a oportunidade. 
E não desiludiu! Desde as pessoas, passando pela paisagem, até à comida... surpreendente!
Fiquei numa casa do airbnb, onde o proprietário, o Albino, foi muito prestável e, apesar de nunca me ter cruzado com ele, indicou sítios de cortar a respiração e deu dicas para uma boa refeição madeirense.  
Por falar em comida... as melhores espetados em pau de louro com tiras de milho frito são no restaurante Santo António, em Câmara de Lobos. (Sem qualquer dúvida e não sou só eu que o digo) Fenomenal, assim como o atendimento. E a acompanhar, uma garrafa de Planalto que ajudou a recuperar energias depois da caminhada fabulosa entre o Pico do Arieiro e o Pico Ruivo (o ponto mais alto da ilha). 
E, claro está, o famoso prego em bolo do caco com uma uma brisa maracujá ou uma Coral fresquinha. O sítio escolhido, o restaurante Panorâmico, tinha uma vista sobre Câmara de Lobos muito interessante tanto de dia como de noite. Um espaço simples com gente simpática e conversadora. Vendem bolos do caco para levar.

Apesar de não ter sido o meu sítio preferido, no Funchal encontra-se o Mercado dos Lavradores, um espaço onde se agrupam bancas com alimentos regionais. Há maracujás de todas as cores e sabores; há frutos secos aos pontapés, há flores, há legumes e fruta comum (vá), há especiarias... e há também o princípio de se praticarem preços estupidamente caros. É uma zona muito turística e acaba por perder com isso. Estive pelo Funchal meio dia e não tive vontade de lá regressar. 
A poncha... bom, a poncha bebida junto ao mar a ver o pôr-do-sol é de uma quase perfeição plena. Há poncha em grande parte dos cafés e bares por que se passa, portanto é só escolher. No entanto, eu fiquei pelo Paúl do Mal. Autêntico pela vista!
Uma curiosidade: agradou-me bastante a batata doce que comi num café ainda antes do centro do Funchal, num café de esquina, banal, mas com uma batata doce deliciosamente cozida durante três horas no forno.
Fora a comida, as paisagens são verdadeiros quadros de natureza real que nos fazem sentir pequenos, mas que nos fazem voltar. 

segunda-feira, 6 de março de 2017

O regresso... ou não!

Há uns meses valentes que não deixo aqui algumas considerações. Tenho-me cingido à republicação no Facebook de algumas notícias relacionadas com alimentação. E apostei no Instagram como forma de mostrar as minhas habilidades pela cozinha. Mais fácil e simples! 
Fez um ano, nos finais de Fevereiro, que iniciei este blogue e, com ele, o chamado e tão famoso Whole 30. Nestes últimos 12 meses, tentei fazer este programa alimentar mais 2 vezes sozinha mas, sem sucesso! Ou com um sucesso razoável!
A primeira vez ocorreu em Novembro, antes dos exageros habituais do Natal. Fi-lo por apenas 15 dias. E sucumbi aos desejos de um gelado em plena madrugada de inverno. 
A segunda vez, não tem muito tempo. Na realidade comprometi-me a fazê-lo, mais uma vez, no mês de Março, mas chegou o sábado e a coisa descambou. Foram 4 dias. 
Fazer o whole sozinha é um trabalho extremamente ingrato e penso que esse é o meu maior problema, porque não há ninguém com quem falar nos picos de glicémia ou que, pelo menos, perceba a dificuldade que é dizer NÃO às pessoas que nos enchem de propostas tentadoras. Falar é importante e foi isso que ajudou a primeira vez que fiz o whole. 
Posto isto, fico contente por ter feito o whole há um ano atrás. Exigiu um foco e concentração gigantes, que me ajudaram em outras tarefas da minha vida. 
Percebo agora o que determinados alimentos fazem ao meu corpo, mas o meu problema continua a ser os pequenos-almoços e os lanches de onde se extraem suspiros por bolos e bolinhos.
A ausência de treino é algo que quero combater e possivelmente o regresso ao blogue prende-se com o regresso aos treinos e um novo tema para este sítio. Vamos ver! Andamos em progressos...